Arquivado em: Informações e Estatísticas
Noticia importante para os profissionais que trabalham com otimização de sites: O Google está anunciando mudanças significativas em sua maneira de ranquear sites.
A revista WWW edição 112, anuncia essa mudança e apresenta um dos aspectos percebidos por eles ao testarem a versão “beta” disponível. Hoje, alguns sites que não sofrem alterações (estáticos), ainda são bem ranqueados em algumas palavras-chave (por serem sites mais antigos) e o que percebe-se, é que, com a nova versão, sites que possuem informações relevantes e inseridas com freqüência, serão melhor ranqueados, e isso ocorrerá principalmente nos que estão interligados a blogs.
Em algumas pesquisas no site atual do Google é notável que realmente algumas alterações precisam ser feitas. Um exemplo de mudança, que particularmente acredito que poderia ser feita, é o retorno, em algumas pesquisas, apenas de guias de lista para outros sites (como apontador, telelista, hotfrog, entre outros). Esse tipo de resultado não é interessante para a imagem do Google, visto seu objetivo primordial: retornar informações exatas e, principalmente, relevantes aos usuários. Como a versão disponibilizada ainda não está pronta, não sabemos ainda se mudanças como essa que citei será feita, mas ainda muitas outras, e quem sabe essa está por vir.
A alteração no ranqueamento é uma boa noticia para o mercado de comunicação digital! A alteração no Google não deixa de ser também uma estratégia para captação de novos clientes. Defender que só um site bem planejado será ranqueado, atrairá muitos serviços!
Essas mudanças podem ser percebidas através de testes entre o site atual: www.google.com com a versão de teste: http://www2.sandbox.google.com/
Até a próxima!
Bruna Milagres
obs.: Pode copiar, mas não deixe de citar a fonte. =)
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Arquivado em: Campanhas Publicitárias | Tags: jornal balcão, jornal pampulha, rede imvista

Este anúncio faz parte de uma campanha de divulgação da rede Imvista. O objetivo da peça era de trazer o símbolo da rede para os cenários de Belo Horizonte, fazendo com que o marca torne-se para o espectador referencia no mercado de imóveis em toda a BH.
O motivo da escolha da ilustração para representação, foi justamente por causa da personalização e customização proporcionados pelo desenho artístico. A idéia é de que o cliente perceba o cuidado da rede em transmitir algo diferenciado do mercado atual.
O ilustrador Flávio Gatti foi o responsável pela bela ilustração. No briefing da mesma, foi solicitado a estilização do desenho, elaboradas através de traços exclusivos da imagem e da pintura feita em aquarela. O resultado foi muito positivo sendo que essa é apenas a primeira ilustração da campanha. A partir da semana que vem, postarei outros trabalhos dessa campanha para Rede Imvista.
Espero que também tenham gostado!!
ABraços!!!
Bruna Milagres

É fato. Curiosidade realmente é característica do ser humano. Se a moda do momento é estar aonde todos estão, porque então não criar uma conta do twitter?
“Segundo pesquisas da Nielsen Online, 60% dos usuários que criaram uma conta no twitter, deixaram de utilizar o sistema.”
E foi a partir desse pensamento, que muitos criaram sua conta e deixaram de utilizá-la. Talvez ela tenha sido causada pela curiosidade mal planejada e sem foco. Os 60% podem achar o que também achei pouco tempo depois de ter feito minha conta: O Twitter era apenas mais uma ferramenta na internet =/.
Por experiência própria digo que por pouco não entrei nos 60%. Em setembro de 2008, aderi ao twitter. De primeira, achei o máximo! Consegui adicionar muitas pessoas, mandar msgs e receber outras! Passado alguns dias, acabei achando a ferramenta chata e sem sentido. Só em dezembro, depois que descobri o que eu poderia obter no twitter, é que consegui utilizá-lo de maneira potencial, principalmente no que diz respeito à coleta e divulgação de informações e dicas.
Porque gostar do twitter?
O twitter conseguiu fazer parte do meu dia-a-dia. Através dos perfis de sites e pessoas, consigo manter-me atualizada. Sou informada do que está rolando na minha cidade, o que há de novo na área de tecnologia, indicações de artigos para leitura, portfólios para referencia, entre outros.
Uma boa estatística para mostrar que não só eu, mas outros twitteiros estão utilizando a ferramenta para isso, foi divulgada pelo @mestreseo :
“Muitos utilizam o Twitter para buscar informação e se atualizarem pela internet ( 91.42%), compartilham opiniões, críticas e seus pensamentos, podendo conversar com outras pessoas da rede. A maioria dos Twitteiros, 80%, segue perfis de agências de notícias, jornais, revistas e portais.”
Fazendo seu networking com o twitter
O twitter é ótimo para se fazer seu networking e a criatividade deve ser utilizada constantemente. Falo em criatividade não só nos tipos de mensagem para atrair seu publico mas também na hora de escrever algo com conteúdo em um espaço pequeno, de apenas 140 caracteres. Sites que enxugam URL, e os RT já são bons exemplos dessa criatividade.
Quanto ao público do twitter, saiu uma pesquisa interessante. Segundo o @publicidadeweb:
“No perfil do público brasileiro no Twitter há uma predominância de homens jovens-adultos, entre 21 a 30 anos, solteiros do estado de São Paulo e Rio de Janeiro. As pessoas que estão plugadas nessa rede são predominantemente estudantes do ensino superior ou graduadas e estão geralmente conectadas a internet mais de 50 horas na semana.”
Quando você Twitta ou ReTwitta informações relevantes, seus microposts ganham valor, atraindo conseqüentemente a atenção dos usuários para seu perfil. E o micropost não precisa necessariamente ser sério. Transmitir informações com humor é tbm uma forma de transmitir conteúdos relevantes. O sucesso não pertence apenas ao @G1 ou portais de noticias, seguir perfis como o @kibeloco @rafinhabastos é ótimo para quebrar a rotina.
Crescimento do twitter no Brasil
Desde seu fundamento, o twitter vem crescendo muito. Tornou-se até normal você hoje divulgar seu telefone, e-mail e twitter. Comentaristas, emissoras de TV, rádio, jornais, anunciam seu twitter. Se hoje, falamos em “interatividade”, o twitter conseguiu representar bem isso.
Segundo o Nielsen Online:
“De fevereiro à março, o numero de usuários brasileiros do twitter cresceu 97% (334mil para 677mil)”
O twitter também aproximou a empresa do cliente. De forma explicita, com o nome da empresa, ou de forma maquiada, através de sites que possuem o objetivo de serem guias. E é nesse ponto que as empresas estão investindo no twitter. Segundo o @oficinadanet:
“Cerca de 53,6% dos usuários do Twitter acham interessantes ações publicitárias nesta ferramenta, 33% já participaram de alguma ação publicitária e 70% segue perfis de empresas, eventos ou campanhas publicitárias.”
O usuário do twitter é mais adepto à publicidade pois é ele que escolhe se quer receber ou não informações sobre determinada empresa. Se o perfil que ele escolheu seguir não repassar aquilo que ele esperava, deixar de segui-lo é simples. Assim, quanto mais a organização entender o perfil do seu publico e qual o tipo de informação ele deseja receber, mais adeptos a mesma terá.
Para Finalizar
Somando dados e informações, é possível perceber que o tipo de usuário que permanece no twitter é bem diferente dos usuários de outras mídias sociais.
Diferentemente do Orkut, no twitter, dependendo dos perfis que vc segue e se constantemente você não está na frente de um PC, é quase impossível acompanhar o que cada um está repassando de informações, pois elas são constantemente atualizadas. Assim acredito, que se o usuário não trabalha sempre na frente de um computador com internet e/ou se ele não tiver algum foco na utilização do twitter, logo ele não achará utilidade em tal ferramenta.
60% é uma quantidade expressível de usuários que deixaram de utilizá-lo, mas como a ferramenta ainda é bem novinha, tropeços assim, são inevitáveis.
Diante desse contexto, acredito que se o seu objetivo é transformar o twitter em algo que lhe acrescentará valores profissionais e pessoais, utilize-o como ferramenta de geração de conteúdo e informações. Seja autentico, espontâneo e transmita valor aos seus seguidores. Siga perfis não só de amigos, mas de sites e pessoas que repassam informações da sua área e interesse. Já se o objetivo do seu twitter é divulgar seu perfil como ferramenta de publicidade, transmita o conteúdo sobre aquilo que você objetivou. Veja como seu público-alvo está reagindo a esse tipo de ferramenta de mídia social e que tipo de informação ele deseja receber. Esteja sempre focado, seja espontâneo e sempre envie msgs. Se um usuário está te seguindo é porque ele quer receber informações relevantes suas.
Para finalizar deixo uma dica que procuro aplicá-la em todas as atividades que pratico que envolvem aprendizado: Potencialize-se. Utilizar o twitter de forma potencial, com certeza agregará valor – transformado em conhecimento, informação e até diversão – ao seu dia-a-dia.
Até a próxima!
Bruna Milagres
Twitter: @brunamilagres
obs.: Pode copiar, mas não deixe de citar a fonte. =)
Fonte de Pesquisa:
http://www.mestreseo.com.br/twitter-seo/estatisticas-twitter-brasil
http://imasters.uol.com.br/noticia/13020/midiasocial/pesquisa_sobre_brasileiros_no_twitter_e_divulgada/
http://www.oficinadanet.com.br/artigo/2047/estatisticas_sobre_o_twitter
http://imasters.uol.com.br/noticia/14424/midiasocial/usuarios_do_twitter_sao_mais_abertos_a_publicidade/
revista www.com.br ediçao 111
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Olá pessoas!
A nova categoria de Post “Informações e Estatísticas” foi criada a partir da necessidade de divulgar e comentar dados e informações importantes, coletados em diferentes mídias, sobre design e marketing digital.
A primeira informação (e deste post), é uma pesquisa dos 10 sites mais acessados do Brasil. Os dados foram retirados da revista WWW edição 111 e são da empresa Experian Hitwise. A lista é essa:
- Google Brasil
- Orkut
- Youtube
- Windows Live Mail
- Google Imagens
- Globoesporte
- Globo
- UOL
- MSN Brasil
Após esse resultado, é natural chegarmos a conclusão de algo em que constantemente cito em meus artigos. O Google tornou-se ferramenta primordial no marketing atual, sendo que esse, na lista dos 10 primeiros, ocupa o primeiro, terceiro e sexto lugares.
A encontrabilidade, ou seja, a capacidade do site ser localizado e ranqueado pelo Google, tornou-se ponto de discussão essencial em projetos de criação ou reformulação de websites. Estar bem posicionado é estar junto ao consumidor no momento certo e na hora certa e, só através de um bom estudo de otimização e links patrocinados, que um site pode ser bem ranqueado.
Como já abordei esse tema em outros artigos, indico abaixo dois textos meus que falam exatamente sobre isso. Ler esses dois artigos e assuntos sobre o tema é essencial para quem quer aprofundar nessa área. É a partir de pesquisas assim que adquire-se embasamento sobre conceitos da realidade do mercado brasileiro.
Os textos com os devidos links são esses:
Vale a pena notar o Orkut e o youtube entre os 5 primeiros lugares. O posicionamento do Orkut mostra bem a adesão do brasileiro a essa ferramenta de mídia social. Já o youtube pode ser visto como aliado dos vídeos virais. Virais são uma forma de divulgação espontânea de vídeos que mostram de situações inusitadas e estranhas, à propagandas bem elaboradas.
Fica ai então essa informação sobre os sites mais acessados do Brasil.
Até a próxima!
Bruna Milagres
obs.: Pode copiar, mas não deixe de citar a fonte. =)
Olá Pessoas!
Eu e meu blog estamos concorrendo ao Concurso Peixe Grande 2009. Esse concurso (como já havia comentado em outro post) tem o objetivo de premiar os melhores projetos desenvolvidos no país, visando destacar anualmente no mercado as maiores agências, profissionais e blogs brasileiros, estimulando assim o desenvolvimento de grandes cases.
Entro participando nesse concurso pelos conteúdos que disponibilizo e pela apresentação dos trabalhos que realizo como Comunicadora Digital. Assim, como na minha formação obtive conhecimentos multidisciplinares, busco passar no blog, através de indicações de livros, textos e postagem de trabalhos, o que cada mídia pode potencialmente oferecer para que o produto seja divulgado e utilizado da melhor maneira.
Sou apaixonada com Marketing Digital (o qual estou pós-graduando), design (como autodidata) e fotografia (tbm como autodidata), e a partir desses conhecimentos e informações que expresso no meu blog o que sou como pessoa e profissional.
Aos que gostam do meu blog, peço que votem clicando aqui, ou no link do peixe (no inicio do post).
Obrigada e Grande Abraço!!
Bruna Milagres
Arquivado em: Cartão

No dia 21 de setembro dei inicio oficialmente as minhas atividades de freelancer. Diante disso, criei uma logomarca, selecionei um nome e criei uma papelaria para que os trabalhos sejam assinados e tenham uma exclusiva identidade.
Há um tempo atrás desenvolvi um cartão para que eu pudesse divulgar meus trabalhos, mas por alguns problemas com impressão, acabei não imprimindo-o. Sendo assim, aproveitei uma parte do modelo, aplicando-o como parte da identidade visual do meu novo cartão.
Acredito que o desenvolvimento da logomarca, juntamente com o encaixe do estilo do cartão, transformaram a peça em um elemento com vários conceitos.
Espero que também tenham gostado!
Até a próxima!

As inscrições do Concurso Peixe Grande 2009 foram prorrogadas para até o dia 8 de outubro. O concurso tem o objetivo de premiar os melhores projetos desenvolvidos no país, visando destacar anualmente no mercado as maiores agências, profissionais e blogs brasileiros, estimulando assim o desenvolvimento de grandes cases.
Para saber mais informaçoes, acesse o site: www.peixegrande.com.br
Arquivado em: Textos e Dicas

No inicio de agosto desse ano, comecei na “Casa dos Quadrinhos” - Escola Técnica de Artes Visuais – o curso de Desenho Artístico Completo, o qual tem como objetivo o ensino de técnicas de anatomia clássica, luz e sombra, perspectiva, estrutura da anatomia e composição de cenário.
A necessidade de fazer o curso, veio da tentativa de buscar uma identidade própria para minhas criações e de integrar, aos meus trabalhos, algo mais customizado para o cliente.
Acredito muito na idéia de que o que estamos vendo hoje na publicidade é a volta para algo mais personalizado e com o envolvimento de emoções. A ilustração envolve emoção, esforço e muita dedicação. Não que a fotografia não tenha isso, mas o uso da fotografia de banco de imagens e “americanizadas” está intenso e a busca pelo diferencial está justamente em pequenos detalhes, ou seja, fugir do padrão.
Aproveitando o post, para quem tiver interesse, minha amiga (e de sala) Juliana Erichsen criou um blog para falar do que estamos aprendendo! Nele, ela explica algumas técnicas, materiais utilizados e outras coisas mais. Para acessá-lo, você pode clicar aqui.
Não posso deixar de agradecer a Ju pelo incentivo para entrar nesse curso!
Até a próxima!
Bruna Milagres
Arquivado em: Folders


O briefing descrito pelo cliente, solicitava que o folder da Rádio Tropical fosse direcionado para captação de anunciante para a rádio. As informações deveriam ser bem distribuídas para que servissem não só de guia ao vendedor, mas também para que o cliente pudesse entender de forma objetiva todas as informações dispostas. O layout deveria passar a idéia de modernidade e alegria, já que música é um dos principais entretenimentos da rádio.
Diante disso, sugeri ao cliente Couche fosco 230g com verniz localizado frente e verso, 4×4, tamanho 46cm X 26cm e 2 dobras, já que o mesmo seria distribuído para clientes específicos, e não de forma aleatória. As dobras foram dispostas para que a capa e a aberturam dessem a idéia de continuidade, já que a capa tem a mesma arte que a página seguinte. As informações foram distribui em 5 partes. A primeira informação, refere-se a história da rádio, pontos importantes foram assinalados de vermelho para que o leitor pudesse localizá-los e com isso, identificando a importância da informação. Na parte interna, coloquei em destaque 2 títulos “Porque anunciar em rádio” e “Porque anunciar na rádio tropical” e dividi o segundo titulo em 4 partes: “Cobertura da rádio”, “Programação da rádio e perfil dos ouvintes” e “Conheça nossa rádio”. A ultima parte, foi dedicada às fotos do estúdio e das torres de transmissão.
Acredito que a arte final do folder ficou de acordo com o pedido do cliente. As cores, disposição e ordem das informações deixaram o folder com fácil visualização e leitura.
Espero que também gostado!
Até a próxima!
Arquivado em: Textos e Dicas
Há já algum tempo, ando pensando no significado e atual sentido palavra “Valor”. Não por acaso, mas por atualmente ler textos sobre marketing que abordam esse tema, consequentemente me levando a observar algumas situação cotidianas. Diante disso, resolvi escrever este post que fala sobre o significado do valor no marketing e o processo de consumo da nova economia. Refletir sobre seu significado é importante para a percepção do quanto sua utilização adequada altera a forma como vendemos e percebemos as coisas.
No marketing a palavra valor é relacionada no conceito de utilidade:
“ Utilidade é a propriedade que os produtos tangíveis e serviços têm de satisfazer as necessidades e desejos humanos”
A utilidade está ligada a satisfação. Conseqüentemente podemos analisá-la segundo seu grau percebido na avaliação subjetiva que os consumidores atribuem aos produtos e/ou serviços. Um exemplo: Se um cliente precisa adquirir um veículo para deslocar-se, ele avaliará de forma inconsciente diversos fatores, que na maioria são emocionais. Os fatores racionais já seriam relacionados ao preço, número de pessoas a transportar, para que ele irá destinar (lazer, transporte de carga, etc), entre outros. Assim, de forma inconsciente, o comprador avaliará se a qualidade ou habilidade correspondem ao valor pago e ao grau de satisfação que aquele produto lhe proporcionará. A percepção do valor pode manifestar-se de diferentes formas: forma, tempo, localização, informação, entre outros. No caso do carro, o valor será avaliado quanto ao tempo (economia no tempo de percurso) e forma (numero de ocupantes, espaço, design).
A internet é um bom exemplo para percebermos o conceito de valor. Para compreender melhor, não irei avaliar aqui custos da conexão (banda larga ou discada) como valor, e sim o tempo em que permanecemos conectados. Se vivemos reclamando que falta tempo, porque então não percebemos o tempo que gastamos navegamos na internet e não achamos que estamos perdendo-o? Diante dessa questão, podemos chegar a conclusão que: Não importamos pelo tempo que gastamos na internet porque os processos executados nela geram valor. A internet é um meio de comunicação completo. A partir de sua conexão, posso fazer transações bancárias, adquirir produtos, estudar, ter acesso a notícias, etc. Se ao navegamos por diferentes páginas não percebemos que gastamos tempo com isso, é porque ela nos fez sentir que o tempo gasto foi positivo, pois esse tempo, gerou valor. Estar em redes sociais como MSN, Orkut, etc. nos gera valor pois temos a necessidade de relacionar.
Nós vivemos buscando a valorização perfeita e isso ocorre em várias áreas da nossa vida. Seja no trabalho, nos estudos e/ou nos relacionamentos. Queremos sempre sentir completamente satisfeitos, ou melhor, realizados. Se percebemos que, por exemplo, no ambiente de trabalho, somos “mal pagos”, automaticamente pensamos que não somos valorizados, e assim ficamos insatisfeitos.
Para que o consumidor perceba que o valor está sendo gerado e que sua compra satisfaz completamente suas necessidades, o consumo deverá estar no inicio de todos a cadeia de processos.
Há alguns dias atrás, comecei a leitura do livro Soluções Enxutas de James P.Womack e Daniel T. Jones e ele aborda justamente isso: Pessoas decidem por fazer a compra, porque precisam resolver algum tipo de problema. Esse problema deverá ser resolvido de forma eficaz em relação ao custo, com o menor tempo possível e esforço. As deficiências no processo de fornecimento e compra, diminuem significativamente a percepção de valor, pois o esforço para consumir também é um valor e tempo é valor. Filas de banco, produtos defeituosos, entre outros, reduzem o estoque de paciência do consumidor, que conseqüentemente diminuem o seu valor.
Diante disso é fácil entender, porque uma calça jeans com os mesmos acessórios e tipo de tecido pode custar em uma loja X enquanto que em uma loja de marca, ela pode custar até 5X. Compramos não a calça e sim uma projeção da realidade: um estilo de vida – status na sociedade. E é o marketing que faz com que os produtos não virem commodities.
É a partir de pequenos processos absorvidos de forma inconsciente pelo consumidor e do consumo perfeito, que o valor é percebido. Um pós-venda, um brinde, a redução do tempo de esperas, um atendimento especial, a participação na construção do produto (por exemplo, nos programas na versão Beta) encantam o cliente e geram valor.
Para fechar, acredito que a melhor frase para fechar e resumir esse post (retirada do livro Google Marketing) é:
Benefícios têm valor, produtos têm preço.
Até a próxima!
Bruna Milagres
obs.: Pode copiar, mas não deixe de citar a fonte. =)
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A produção do folder da Alta engenharia foi um grande desafio. A maioria das informações era composta por fotos e o único texto é a história da empresa. Diagramar uma grande quantidade de fotos, em um único espaço sem perder a qualidade visual foi um grande desafio!
Como diferencial, separei as melhores fotos e coloquei-as na cor verde, cor predominante em todo folder e isso proporcionou um detalhe especial ao folder. Também como diferencial, distribui vários quadrados em todo o layout e de forma aleatória, eles ajudaram a completar e equilibrar a arte.
Apesar do desafio, o resultado final foi satisfatório!
Espero que tenham gostado!
Até a próxima!
Bruna Milagres
Arquivado em: Dicas de leitura

O livro Design Gráfico Digital de Bob Gordon e Maggie Gordon, é um completo guia de instruções ao profissional e estudante de design. Seu conteúdo é baseado em carga teórica com exemplos e dicas de design para publicidade, impressão, exposição, embalagem, entre outros.
Design Gráfico Digital foi e é essencial em meu trabalho. As teorias abordadas de estudos de cor, tipografia e diagramação, aprimoraram minha forma de trabalhar e as peças publicitárias passaram a ser mais inteligentes e intuitivas.
Indico-o para profissionais de design que desejam um guia completo para consulta e aos estudantes (de design ou áreas afins) que gostariam de obter carga teórica para criação.
Até a próxima!
Bruna Milagres
Arquivado em: Anúncio Jornal


Folder em 3D – para apresentação

Folder impresso
O livro Google Marketing do autor Conrado Adolpho aborda conceitos, exemplos e dicas de marketing digital. Com uma linguagem fácil, Conrado apresenta dados estatísticos sobre o mercado na internet, traçando o perfil do novo consumidor. A encontrabiliadade, proporcionada pelo google, é abordada em dicas de otimização e links patrocinados.
Google marketing é um excelente guia para quem deseja investir em marketing digital.
Até a próxima!
Bruna Milagres
Aproveitando a data, selecionei 4 fotos que para mim, são as melhores do meu flickr.
“Fotografar é colocar na mesma linha de mira, a cabeça, o olho e o coração”
Henri Cartier-Bresson, 1994
Sucesso a todos os fotógrafos de plantão!
Até a próxima!
Bruna Milagres
Arquivado em: Textos e Dicas
No mês de Junho, a revista www.com.br edição número 107 da editora europa, trouxe uma reportagem excelente quanto a abordagem à clientes e manuseio do pedido de orçamentos para projetos.
Na agencia pela qual trabalho, a aplicação dos conceitos dessa reportagem, melhorou significativamente no número de trabalhos fechados e na conquista de novos clientes.
Para tornar-se um bom consultor/vendedor- web, recomendo não só a certeza que gosta daquilo que está fazendo, mas também a leitura completa do texto dessa edição da revista e um sistemático estudo em cima de conceitos de marketing. Se o cliente é o “rei”, é justo que ele sinta-se tranqüilo em saber que seu projeto está em boas mãos.
Talento.
“Nas empresas que “produzem clientes”, o talento precisa existir numa dimensão muito mais ampla do que nas empresas simplesmente eficientes. O talento precisa brotar na definição do formato da relação, na genialidade de prover soluções e idéias, no gerenciamento dessas soluções, na beleza das formas do produto final e na manutenção das relações. É arte pura!”
César Paz – presidente da AG2
Para que um projeto se transforme em bons resultados (tanto para você, quanto para seu cliente) é necessário estar eminente o prazer em se trabalhar com soluções de marketing para web ou qualquer outro ambiente. Criar soluções concretizáveis com idéias inteligentes, promovem no cliente o verdadeiro sentimento de valor sobre o serviço solicitado, garantindo uma boa relação que conseqüentemente lhe trará bons frutos.
A frase definida por César, expressa bem o que é ter clientes. Hoje, falamos muito em fidelizar e encantar. O problema de tudo isso é o desgaste gerado pela cadeia de processos. Fidelizar e encantar não agregam mais o “valor” ao produto, pois já viraram palavras “clichês” do vocabulário do empreendedor atual.
Gerar valor é demostrar que você ama aquilo que você faz e que você tem vocação, ou seja, talento. Gerar valor é também entregar ao cliente algo há mais além do produto. Em tempos onde as relações são cada vez mais distanciadas, principalmente por causa da tecnologia, as relações humanas ganham espaço na geração de valor.
A proposta
Existem 2 tipos de clientes, e para cada um, diferentes estratégias.
Primeiro cliente: O cliente não tem um departamento de marketing ou uma pessoa somente responsável por isso. Geralmente, o cliente é o dono da empresa, o financeiro, o departamento de marketing e outras funções mais.
Segundo cliente: O cliente tem um departamento com uma ou várias pessoas. O departamento é responsável pela integração entre a estratégia de marketing definida pela empresa e a contratação de demandas publicitárias. Geralmente esse funcionário, é formado em áreas semelhantes à de comunicação e/ou marketing.
O primeiro cliente geralmente é o mais difícil de trabalhar, por esse absorver tantas funções da empresa. O percurso de uma boa idéia ou estratégia, pode acabar desviando-se por falta de tempo para o acompanhamento de sua execução. Nesse tipo de abordagem, a melhor estratégia é ter jogo de cintura para conseguir fechar todo o trabalho o mais rápido que se conseguir. Nesse caso o melhor é ter paciência e adiantar ao máximo o projeto, de acordo com suas experiências de mercado e com o briefing.
Recomendo em uma primeira visita ao cliente, uma conversa aprofundada, com uma dose de informalidade, sobre seus objetivos, planos de negócio, objetivos da peça, mercado, etc. A partir daí você torna-se o departamento de marketing dele. Nesse primeiro atendimento é importante obter do cliente o maior número possível de detalhes, pois no final das contas, quem preencherá o briefing será você.
Explique bem cada processo que o orçamento percorre até ser entregue a ele (um orçamento é a solução de problemas por ele abordados) e não tenha receio de responder a preços em um primeiro bate papo. Se o cliente perguntar o valor da criação e impressão de um folder, por exemplo, passe um valor estimado, e explique que esse dependerá do que ele realmente quer (tamanho, número de informações, imagens, corte especial, verniz, etc.). Explique que o valor repassado poderá aumentar ou até cair. Um ponto positivo em se dizer os valores em um primeiro encontro é que o cliente passa a solicitar serviços de acordo com o orçamento, separado por ele, destinado à publicidade. Se o cliente estiver apenas especulando, logo ele demonstrará que não era bem esse valor que ele esperava. Com isso, você ganha tempo no orçamento de propostas realizáveis.
Já o segundo cliente (que possui um departamento de marketing) é mais fácil de interagir. Geralmente ele já sabe aproximadamente o valor dos trabalhos, prazos, e o que será melhor para a empresa. Nesse caso, você dará apenas algumas idéias à mais no projeto. A vantagem nesse tipo de atendimento é que grande parte dos responsáveis pelo departamento de comunicação dessas empresas já possuem grande percepção da importância do marketing e planejamento. A agencia contratada seria apenas um elo entre a empresa e seus objetivos.
Para os dois tipos de clientes, o que vale é surpreender e o pedido de proposta é geralmente uma ótima oportunidade. Surpreender o cliente não significa já tentar esboçar alguma peça e apresentá-la. O tempo de desenvolvimento de um esboço pode custar caro em relação ao tempo perdido, caso o cliente não feche. Em um esboço, o cliente pode não gostar da cor aplicada, ou da disposição dos objetos e culpar sua agencia pelo serviço que ele não gostou. Caso ele goste, corre-se o risco de saber no decorrer do projeto que aquela não era a melhor opção.
Primeira visita
O primeiro bate-papo é tão importante que, com planejamento adequado de abordagem, você corre o risco de acabar a reunião com uma solicitação de orçamento e briefing completamente opostos ao primeiro pedido do cliente. Discuta sobre o mercado, a empresa, objetivos e outros assuntos pertinentes. Aproveite o primeiro encontro para contar um pouco da sua empresa, mas diga que não irá demorar muito. Fale sobre trabalhos realizados, cases de sucesso e outros pontos que valem a pena. Conte sobre você e quem está na sua equipe. O cliente precisa estar seguro de que, fechando com você, ele estará em boas mãos.
Prazos
Discutir prazos é fundamental para inícios de orçamentos e projetos. Prazos arbitrários e curtos, geralmente despendem de mais esforço da agencia. Esse esforço, pode traduzir-se em contratar profissionais temporariamente ou pagar em horas extras, e tudo isso leva em conta na finalização dos valores no orçamento. Se seu objetivo é manter clientes, só aceite projetos que você possa cumprir.
Mantenha sempre ciente seu cliente dos trabalhos que serão executados, prazos, envio de aprovações de fase, e outros elementos de um projeto. Mantê-lo informado de como está o andamento do seu trabalho, é fundamental para se adquirir confiança. Passar do prazo stressa sua equipe e principalmente seu cliente.
Apresentação do orçamento
Prepare sua apresentação em documentos textuais simples (entregues para cada integrante da reunião) e utilize um recurso visual para melhor lhe orientar durante a exposição das soluções. Diga o tempo de apresentação e separe o mesmo para perguntas sobre o projeto. Para exemplificar serviços do orçamento, apresente seu portfólio com trabalhos semelhantes. Procure ser objetivo e manter a concentração do seu cliente. No final, pergunte se todos compreenderam e se há alguma sugestão para a mesma. Aceite sugestões, mas argumente para que o objetivo do projeto não se perca.
Vale lembrar que o processo de atendimento não possui um passo-a-passo que deve ser seguido de forma exata e sem erros. Adapte seu modo de atender de acordo com o cliente e sempre tenha um plano B. Nunca sabe-se em qual rumo uma reunião pode tomar e, como já estar frente a frente com o cliente é uma grande vantagem, não deixe a oportunidade de se surpreender, passar.
Dicas
- Estude muito marketing. Aprender seus conceitos básicos, auxiliam a compreensão do mercado atual. Mostrar para seu cliente que você entende do mercado, garante larga vantagem em relação aos concorrentes.
- Não tenha receio de perguntar sobre questões relacionadas à empresa e seu mercado (se quiser, já prepare as perguntas). Mostre-se curioso e preste muita atenção no que eles dizem.
- Tenha certeza dos objetivos do seu cliente, para a elaboração coerente dos orçamentos.
- Não deixe de discutir valores. Geralmente o cliente não gosta de falar sobre números despendidos para publicidade. Dê a ele uma noção aproximada dos valores cobrados por você.
- Lembre-se sempre: A maioria das propostas são fechadas de acordo com a qualidade das idéias apresentadas.
- Conquiste seu cliente falando sobre como suas idéias podem tornar concretos seus objetivos.
- Procure ser atencioso. Saiba a hora certa de falar e ouvir.
- Se o cliente insistir em lhe pedir um layout, explique que o processo (de estudo, análise sistemática, discussões, etc) é que levam ao design certo.
Até a próxima!
Bruna Milagres
obs.: Pode copiar, mas não deixe de citar a fonte. =)
Aproveitando a leva do primeiro post de indicação de leitura, nesse, indico o livro: Geração Digital do André Telles, mesmo autor do livro: orkut.com.
Geração Digital trata-se de um livro com intensa abordagem sobre o novo consumidor, que “vive” em sites de relacionamento, manda msgs, opina em blogs e em tantas outras ferramentas na internet.
Indico para quem está começando a estudar e/ou trabalhar com estratégias de SEO. Para quem já tem um bom conhecimento, ele é excelente para recordar e fomentar discussões sobre o consumidor digital, além de abordar estratégias que outros livros de SEO não abordam. Foi a partir da leitura desse livro que aprendi a aprimorar algumas práticas em links patrocinados, permitindo um excelente ranqueamento e a segmentação do anúncio para o público certo.
Espero que gostem! Até a próxima!
Bruna Milagres
Há poucos dias atrás, acabei a leitura do livro “Não me faça pensar”do Steve Krug, que aborda de forma clara e inteligente a usabilidade na Web. Com isso, pensei em escrever um outro post sobre o assunto (já que um dos meus primeiros textos abordava sobre isso) para que pessoas interessadas no tema e que ainda não leram esse livro, pudessem através desse novo texto, enxergar o quanto é possível melhorar significativamente os retorno de investimentos em marketing com um bom planejamento de mídia on-line. O texto também vale para quem trabalha com planejamento de mídia off-line estruturando informações.
Boa leitura!
E como assim usabilidade?
“Assegurar-se de que algo funcione bem”
Essa é a definição mais simples que poderia dar significância a palavra usabilidade e ela pode ser aplicada a qualquer tipo de projeto, seja ele na web, em produtos, em impressos, etc. De uma cadeira bem projetada à um jornal bem diagramado . A usabilidade seria então uma maneira de otimizar o tempo transformando seu perfeito uso em resultados.
Posso dizer que a usabilidade faz referencia também na capacidade inconsciente de uma pessoa que não
entende absolutamente nada do assunto possa, ao ver o produto, entender (até mesmo vagamente) o que aquilo seria, do que estamos falando e por onde começar.
Estocando paciência
Um dos motivos da expansão da web é sua possibilidade de facilitar e agilizar tarefas do dia-a-dia. Quando olhamos sites* procuramos sempre algo que: Lembre vagamente o motivo pelo qual entramos nele e algo que seja possível clicar. O modo de olhar sites também depende: do tempo de paciência do usuário, no tipo de ação que ele deseja fazer, sua pressa e outros motivos.
Uma hierarquia mal planejada ou rótulos de links mal formulados, fazem surgir dúvidas durante a navegação e cada nova dúvida aumenta nosso trabalho, distraindo conseqüentemente nossa concentração. As dúvidas evoluem de acordo com o nosso estoque de paciência, até o ponto de nos confundir, fazendo-nos escolher outra opção.
A base desse conceito leva o princípio de eliminar perguntas. Por isso, vai uma primeira dica no projeto de sites: comece a questionar os sites que você visita, por exemplo, com a pergunta: Porque eles deram esse nome a isso? Assim você acaba pegando referencias do que não se deve fazer.
A hierarquia visual e o bom uso das convenções
Ao ler um jornal realizo algumas tarefas instantâneas: percorro páginas, seleciono aquilo que interesso e leio. A hierarquia visual on-line ou off-line é instantânea e passa por nós a todos os momentos sem que percebamos que ela existe. O processo de percorrer um veículo de informação (como o jornal) ocorre de forma tão rápida, que quando as dicas visuais não são claras, obrigamos nosso cérebro a
pensar que estamos fazendo isso.
A hierarquia visual prioriza o tempo, fazendo com que selecionemos tudo quase instantaneamente. Se informações disputam para aparecer, nosso processo de leitura reduz e passamos a um estágio mais lento de tentar achar a informação que vagamente nos interesse.
Para isso, uma das ajudas à usabilidade é a convenção. Aprendemos de forma inconsciente que conhecer as convenções otimiza nosso tempo. De forma inconsciente sabemos que dessa forma é mais rápido percorrer um jornal e selecionar aquilo que queremos ver. Sendo assim, cada meio de comunicação procura criar suas convenções e refiná-las a partir de novas idéias que deram certo, pois as convenções só se tornam convenções se realmente funcionarem.
Áreas bem definidas
Para que uma página seja facilmente utilizada, cada estilo de informação deve estar claramente agrupado. A pressa pela busca da informação possibilita a utilização dessa dica visual. Alguns exemplos já são bem conhecidos como:
- A ordem de importância obedece a ordem de “atenção” na página (ex. a logomarca é importante, por isso ela encontra-se do lado esquerdo e com destaque).
- Links são links, noticias são notícias e assim por diante. Coisas semelhantes estão próximas (ex.: os links da navegação global estão agrupados em um menu e todos são semelhantes).
- A ordem de visualização auxilia na hierarquia da página. (ex. se uma foto está ao lado de um texto formando esses dois uma única caixa, concluímos que eles pertencem a uma mesma informação)
Clique aqui!
Na projeção de páginas, procure deixar óbvio o que pode ser clicado. As convenções ajudam bem nessa tarefa. Hoje links podem ser definidos por diferentes símbolos, e muitos já são conhecidos pelo usuário, deixar um link sem a aparencia de link é novamente utilizar do estoque de paciência e boa vontade do usuário.
Minimize a confusão.
Confusão visual na internet é o mesmo que uma avenida cheia de outdoors e placas. Tudo parece querer chamar cada vez mais a atenção. O efeito da confusão acaba sendo o cansaço visual que pode assim distrair a atenção do usuário para seu verdadeiro objetivo na página. No livro, Steve dá uma boa dica sobre isso: “É uma boa idéia supor que tudo o que você projetou está confuso até que ao provem o contrário”
Para finalizar…
Diante dessas informações e dicas, é importante ressaltar que em qualquer projeto web, um pouco a mais de esforço, pode melhorar significativamente os resultados em vendas. As vezes uma mudança no formato ou no rótulo de um link, pode resultar em bons retornos financeiros. Se a mudança possibilitar aumento nas vendas em 1%, considere positivo, esses 1% podem representar milhões.
O que ressalto sempre é no uso das tecnologias para gerar conhecimento e resultados em lucros. A internet é uma boa maneira da pequena empresa estar ao lado da líder de mercado em seu segmento. Um pouco de ajustes, pode representar muito! Pense nisso.
Além do livro, indico o texto “Usabilidade – web 2.0” escrito por mim.
Até a próxima!
Bruna Milagres
*Um dos erros na projeção de sites é imaginar que os usuários lerão todas as opções e escolherão assim a melhor. A expressão “olhar sites” feita por Steve em seu livro, foi utilizada pois os usuários olham páginas porque: estão com pressa, sabem que não é preciso ler tudo e que fazem isso a toda hora.obs.: Pode copiar, mas não deixe de citar a fonte. =)

Separei esse post do blog para fazer uma indicação de leitura: o livro do Steve Krug “Não me faça pensar” – Uma abordagem de Bom Senso à Usabilidade na Web.
Toda a análise elaborada no livro encadeia-se em colocar o leitor na pessoa do usuário. Há dicas e orientações do bom uso dos padrões estabelecidos pela web (como a navegação global a esquerda e logomarca no topo) e do que a mais pode ser feito, levando o usuário a literalmente não pensar na navegação, ou melhor, fazendo com que a navegação seja espontânea e intuitiva. No livro há vários exemplos e até exercícios. Indico-o para quem trabalha com qualquer tipo de segmentação na produção de sites.
Até a próxima!
Bruna Milagres
Arquivado em: Textos e Dicas | Tags: comércio eletronico, consumidor digital, marketing digital, publicidade, SEO
Mercado consumidor
Era uma vez um mercado… Primeiramente centrado na produção enquanto tinha-se consumidores dispostos a adquirir produtos iguais. (ou melhor, desde o inicio da produção em massa, e enquanto a lei da procura é muito maior do que a oferta, a tendência são os produtores preocuparem mais com o volume, produtividade e margens de lucro do que com o consumidor). A partir do momento em que as possibilidades de crescimento atingiram efetivamente outros competidores e a busca por mais uma fatia do mercado tornou-se difícil, o foco dos produtores mudou da produção em massa para as vendas. Práticas agressivas de mercado e comunicação massificada surgiram e juntamente com elas, propagandas enganosas e métodos abusivos para não perder venda. O que aparentemente gera um lucro rápido, não garante a satisfação e lealdade do consumidor. Quando o produtor percebeu que as exigências do consumidor é que fomentam o mercado, a indústria mudou novamente seu foco: e o consumidor tornou-se a bola da vez!
O consumidor hoje não precisa entrar mais em uma fila de espera de até 3 meses para adquirir um carro na cor e com os acessórios que o fabricante determinava. O mercado mudou muito, e os motivos para isso são: aumento da renda, crescimento da população, acesso a tecnologia e informação e da consciência dos direitos do consumidor.
A grande quantidade de produtos e sua diversidade aumentam conseqüentemente a exigência do consumidor. Hoje ele tem a disposição produtos que atingem suas verdadeiras necessidades (que são antes transformadas em desejos). Muitos produtores antes de elaborarem o produto, já focam as necessidades do consumidor que ele deseja suprir.
O Consumidor Digital
Já a internet, entra em toda essa história como sua principal aliada. Se o consumidor necessita de ter comodidade e agilidade (visto o número de tarefas que aumentam enquanto o tempo parece estar sempre mais curto) ela estará sempre a dispor, com seu objetivo de agilizar e globalizar a informação. É como “Juntar a fome com a vontade de comer”; o consumidor sempre estará disposto a consumir tecnologia, já que suas necessidades de conforto, com ela, são supridas.
Os índices do comércio eletrônico já demonstram bem como anda o consumidor no mercado virtual:
A magia de consumir digitalmente já começa no ato da compra. A experiência da aquisição do produto é às vezes até mais intensa que “possuir o produto”. Na compra on-line, o consumidor sente que está em um mundo em conexão e que ele faz parte do momento em que a sociedade está vivendo; seria como ultrapassar os limites da interatividade.
Uma vez que o consumidor ao adquirir um produto na internet, teve uma experiência positiva, ele sempre voltará ou para comprar mais ou para pesquisar preço. É como ir com a “cara da empresa/vendedor”. Se ele me mostrou ser confiável, possui os produtos que procurei, que entende do assunto com as informações necessárias, com perfeita logística e outras características positivas, é certo que voltarei e possivelmente indicarei a loja. Ou seja, para um site, seria necessário então: usabilidade (para tornar meu site navegável), otimização (para que o consumidor ache meu site), que tenha muitas informações e noticias sobre o(s) produto(s) e layout agradável (da mesma forma em que a loja física tem que se preocupar com iluminação, disposição dos produtos, etc).
Uma boa dica para o mercado digital e um grande passo à frente de muitas empresas que estão nesse meio, é criação de uma experiência personalizada com o usuário. Se na minha loja virtual, o consumidor digital comprou um livro sobre Fotografia, porque não enviar e-mails periodicamente sobre ofertas de livros relacionados? Ou até mesmo no lançamento de algum livro sobre “Fotografias urbanas” (ou seja, livro relacionado com sua primeira compra) enviar um e-mail falando sobre o novo livro? Esse tipo de relacionamento é importante visto a infidelidade do consumidor diante da quantidade de opções de compras na internet e a facilidade de pesquisa de preço.
Propaganda X Publicidade
O estilo de vida e costumes desse consumidor mudou. Propagandas abusivas, outdoors, spans, pop-ups, banners pirotécnicos, entre outros são cada vez mais irritantes. Ele já está cansado de ter que ler nas entrelinhas para saber qual é a realidade cruel do anúncio. Propagandas assim ainda ocorrem, pois muitos persistem em seguir fórmulas ultrapassadas, colocando como centro da sua estratégia as vendas ao invés do consumidor.
E foi a partir do desespero da propaganda já mal vista é que surgiu a verdadeira publicidade*. O marketing viral, por exemplo, tornou-se uma perfeita maneira de milhões de pessoas verem a sua marca. O e-mail, que geralmente é um vídeo interessante, é repassado há várias pessoas com o único interesse do remetente de integrar laços com seus contatos. Ele espalha a publicidade que realmente lhe interessa.
Os meios digitais também estão inseridos como forma de incluir a marca. Dois grandes exemplos são os jogos e cinema. Foi a partir da inclusão da publicidade de forma implícita e em um ambiente favorável a sua aceitação, que muitas marcas conquistaram e conquistam pessoas inseridas nesses ambientes.
Diante dessa mudança, entender o consumidor e aliar suas necessidades ao desejo pelo seu produto (tarefas intrínsecas da estratégia de marketing) não é mais uma questão de luxo, mas sim de sobrevivência. É importante agora saber o que o mercado quer e fazer de tudo para conquistá-lo.
Abaixo listei algumas boas dicas de como entender o mercado e como fazer parte dele.
1. Avaliar quem é seu público-alvo, o que está no cotidiano do seu consumidor e costumes
“Para alcançá-lo, devem ser utilizadas as diferentes ferramentas de marketing hoje à disposição no mercado, como sites de busca e boca-a-boca digital. A nova geração é adepta das comunidades. O adolescente confia mais no amigo que tem uma página no Orkut ou que conversa com ele no Messenger do que na propaganda” (fonte: site e-bit)
2. Pensar de forma integrada, colocando as possibilidades da internet como metas e objetivos da estratégia de marketing.
3. Coloque na rede o maior número de informações possíveis sobre o produto. Blog, fórum e SAC on-line (com “dúvidas freqüentes”) são bons exemplos de canais muito utilizados para esse propósito.
4. Invista em marketing digital (SEO) – otimização de site e links patrocinados (caso necessário)
Até a próxima!
obs.: Pode copiar, mas não deixe de citar a fonte. =)
*propaganda: divulgação patrocinada de um produto, marca ou empresa. Publicidade: Seu produto, marca ou empresa são divulgados de forma espontânea.
Fonte de pesquisa:
Livro Google Marketing – Conrado Adolpho
Site e-bit – http://www.ebitempresa.com.br/
Apostila pós-graduacao – estratégia de marketing – Universidade Gama Filho












